segunda-feira, 18 de maio de 2015

Leo Russo



CPB: Nome e idade? 

Leo: Leonardo Bernardes Russo, Leo Russo, 25 anos.

CPB: Fale um pouco sobre você!

Leo:  Sou um cara do bem, da paz e que penso em música 24 horas do dia, seja compondo uma nova canção ou cantarolando uma música de mais de 50 anos de existência. Amo a música popular brasileira de várias épocas e ritmos. Principalmente, o nosso amado samba.

CPB: Como torcedor da Escola de Oswaldo Cruz, como você está vendo este novo momento? 

Leo:  Estou gostando, achei que a Portela merecia um lugar melhor em 2015!

CPB: Fale de sua experiência no mundo do samba!

Leo:  Eu comecei a gostar de samba quando criança, ganhei um CD do Zeca Pagodinho da minha mãe aos 7 anos! Depois ganhei um cavaquinho. Depois passei a cantar e compor em casa e pesquisar a fundo a obra dos artistas que eu gostava. Cresci um pouco e rodei as rodas de samba do Rio de Janeiro inteiro dando canjinhas, fazendo participações, as pessoas me chamavam pra cantar; quando eu fui ver, já estava cantando com Monarco, Júnior ex jogador, Sombrinha, Rildo Hora, Dudu Nobre e outros ídolos e amigos meus. Me inscrevi no 'Concurso de Novos Talentos do Carioca da Gema' da Lapa e tive o prazer de ser um dos vencedores. No final de 2013, lancei meu primeiro CD de carreira, com participação da madrinha Beth Carvalho, Diogo Nogueira, Dudu Nobre, Júnior e a Velha Guarda da Portela, onde mesclei músicas antigas e músicas minhas. E sigo por aí...

CPB: Qual(is) o(s) seu(s) ídolo(s), no Samba? 

Leo:  Chico Buarque, João Nogueira, Cartola, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Edu Lobo, Aldir Blanc, Monarco, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho...

CPB: Na elaboração de um samba, como você se define? É letrista, faz a música ou os dois? 

Leo: Costumo fazer os dois juntos. Mas já fiz algumas letras pra músicas, uma valsa da Gisa Nogueira (irmã do saudoso João Nogueira) por exemplo, e outro dia musiquei uma letra do meu amigo e agora parceiro Stepan Nercessian. Gostei da letra que ele me mandou, falando de uma 'Garota da Barra'.

CPB: Desde quando você compõe?

Leo:  Desde os meus 12, 13 anos. Mas eram canções ainda bem amadoras. Acho que fui gostar mesmo de uma canção minha, lá pros 17, 18 anos.

CPB: Você hoje alcançou seu espaço na mídia! O que você como compositor/cantor falaria com os jovens compositores?

Leo:  Façam a sua verdade, sem forçar barra. Componham e cantem aquilo que lhes tocar o coração. O resto é conversa...

CPB: Para você, o que é ser PORTELA?

Leo:  É gostar de tradição, história e qualidade. É ter orgulho da agremiação nos melhores e piores momentos. Assim como eu escolhi o Botafogo, pelos mesmos motivos, rs...

CPB: Dentro do Mundo do Samba, você tem algum sonho?

Leo:  Que o samba fique cada vez mais forte. E que prevaleça sempre o estilo de samba que os nossos mestres tanto nos ensinaram. Cartola, Noel, João, Paulinho, Zeca, Monarco, e tantos outros...

CPB: Como portelense, o que você espera para a PORTELA em 2016?

Leo: O primeiro lugar!


O BLOG agradece a sua participação!

segunda-feira, 16 de março de 2015

Marquês Balbino


MARQUÊS BALBINO

Compositor Portelense

Nome: Sebastião Marques Balbino, e nome artístico:  Marquês Balbino. 

Compositor cuja biografia musical está inserida nos anais do Museu do Carnaval, da Passarela do Samba, na Marquês de Sapucaí.

A mania, o vício, o jeito de compor músicas populares, encarnaram em si quando tinha 16 anos de idade. 

A primeira música que compôs foi “Maria” em 1954 e que foi classificada entre as dez melhores do concurso de música de Compositores Anônimos, no programa da Rádio Nacional, patrocinado pela ESSO Estandard do Brasil e gravado com a grande orquestra de Radamés e como intérprete um dos melhores da época, Ruy Rei. 

Participou de outros Concursos importantes e sempre consagrado entre os primeiros. Vocês poderão ter essa confirmação, visitando o Museu do Carnaval da Passarela do Samba da Marques de Sapucaí. 

Em 1959, ingressou no G.R.E.S. PORTELA, como segundo secretário, a convite do lendário Natal, onde militou durante 17 anos. De 1959 à 1961, face a sua condição de diretor, não pôde compor. 

Em janeiro de 1962, voltou com força total. Venceu o concurso realizado no Estádio do Fluminense FC, pré-carnavalesco, da Coca-cola e Última Hora, com o samba de quadra “Micróbio do Samba”. 

A PORTELA conquistou o mais valioso troféu de todos os tempos. “O Tamborim de Ouro”. Nesse concurso, participaram todas as escolas de samba do Rio de Janeiro. Esse troféu foi guardado no cofre forte do Banco Nacional durante muitos anos, mas foi derretido por algum espertalhão como a saudosa taça Jules Rimet. 

Ainda em 1962, venceu com o samba de enredo “Viagem Pitoresca através do Brasil” (Rugendas), em parceria com Zé Ketti, Carlos Elias e Batatinha. A Portela sagrou-se campeã e o samba alcançou a nota máxima. 

Em 1964, venceu novamente com o samba “O Segundo Casamento de Dom Pedro Primeiro”, em parceria com Antonio Alves. Gravado um mês antes do carnaval, com Zezinho e Orquestra e Côro, pela fábrica de discos ODEON, até então, nenhum outro samba de enredo tinha sido gravado. Porém, aconteceu o inesperado, o compositor Marquês Balbino adoeceu e acamado não pôde ir até a Rádio para assinar o contrato com a ODEON, ficando por isso oficialmente, fora da parceria. 

Poderão constatar a veracidade do fato ocorrido no museu acima citado. Mesmo após essa injustiça, continuou compondo em sua Escola de coração, a PORTELA! 

Teve vários sambas consagrados: 

De Terreiro e Sambas de Enredo que foram para a final, como: Pasárgada, Macunaíma, Pixinguinha. Parcerias: Paulinho Brasília, Ary Guarda, China e Antonio Alves. 

Sambas de Quadra, como: Maioral do Terreiro, Volta da Porta-Bandeira (em homenagem à Vilma Nascimento). Presença Espiritual (em homenagem ao Natal). 

Venceu o concurso do Porto do Rio, com o samba que virou hino, Canção do Aposentado e atuou como jurado (Quesito Samba de Enredo) na Passarela do Samba, no Grupo Liesga B, em 1995, na mesma cabine com o compositor Luizinho Dú Kavaco (Quesito Bateria). 

Texto de: Sheila Marques e Luizinho Dú Kavaco (Filha de Marquês Balbino e esposa de Luizinho Dú Kavaco).

Mais um grande Compositor da PORTELA que é homenageado pelo seu talento e obra!  O BLOG, desde já, agradece a colaboração de Sheila Marques e o Compositor Luizinho Dú Kavaco!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Pecê Ribeiro



CPB: Nome e idade?
 
PECÊ: Meu nome civil é Paulo César Ribeiro, artisticamente conhecido como Pecê Ribeiro. Em 30 de janeiro faço 66 anos, pois nasci em 1949, mesmo ano da morte de Paulo da Portela. 
 
CPB: Fale um pouco sobre você! 
 
PECÊ: Nasci na Cidade de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio, praticamente à beira do Rio Paraíba do Sul. Desde criança a música esteve presente em minha vida, pois meu pai, Waldir Ribeiro, mais conhecido como Waldir Bom Cabelo, era um seresteiro e radialista, que produzia shows de MPB na Rádio Cultura de Campos e em praças públicas. Na adolescência, costumava cantar em qualquer oportunidade que aparecia. Por outro lado, a poesia já me arrebatava, tanto escrevia como muito lia. Nesse período, começava a traçar minhas linhas musicais. Cheguei ao Rio de Janeiro em março de 1968, em meio a toda aquela confusão de protestos contra a ditadura e embalado pelas músicas dos festivais da canção. Não muito demorou e eu comecei a carreira jornalística nos Diários Associados, para O Jornal e Jornal do Commercio, como revisor de texto. Foi trabalhando em jornais, como revisor e redator, que alimentei meus cinco filhos, os quais me deram oitos lindos netos. Nessa trajetória, a poesia e a composição musical estavam sempre presentes, sem, no entanto, querer alçar voos muito altos, quer dizer, sem buscar uma carreira artística. Até que um dia, após verificar que havia um bom número de composições, eu pensei: pra que isso? Tanta música guardada para as traças se alimentarem (na época tudo estava no papel, não havia computador). Comecei a entender que de nada servia aquilo se as pessoas não tomassem conhecimento da sua existência, afinal a arte só faz sentido quando ela chega aos sentidos das pessoas. Ao verificar que o custo da produção de um CD estava na medida das minhas posses, em 1999 fiz então o meu primeiro CD, com o título de “Inspiração”. Era um trabalho autoral, todas músicas eram minhas. Foi muito mais dado do que vendido, pois minha intenção era tornar as minhas músicas conhecidas. A par disso, eram frequentes as rodas de samba e shows por mim organizados (dentro e fora do Rio). Algumas músicas foram gravadas por bons cantores mas sem grande fama, o que pra mim foram preciosos estímulos, por isso os agradeço. Até que um dia, em 2005, por obra do destino mesclado com minha fé, o grande portelense Zeca Pagodinho resolveu gravar a minha “Pra São Jorge”, sucesso até hoje – e aqui fica também os meus agradecimentos a ele. Em 2007, saiu o meu segundo CD, com o título de “Com arte e prazer”. Com quatorze músicas da minha autoria e uma, inédita, de Zé Keti. E assim foi e assim vamos. 
 
CPB: Como portelense, como você está vendo este novo momento? 
 
PECÊ: Este momento tem sido ótimo para a Portela e para o portelense como um todo, mas quero destacar o grande valor que a escola dá ao compositor. 
 
CPB: Fale de sua experiência no mundo do samba! 
 
PECÊ: Para começar, apesar de estar atento ao que há de melhor na MPB, o samba é a minha primeira referência. Faço samba nos seus mais variados feitios, desde o mais comum, passando pelo samba canção, samba sincopado, de breque, chorinho e, claro, o samba de enredo, e sempre para a Portela, no Rio de Janeiro. Para ser sincero, uma única vez fiz para a Leandro de Itaquera, de São Paulo, pela qual sai vencedor. Também fiz sambas ou marchinhas para blocos carnavalescos. Como disse anteriormente, rodas de samba e shows fazem parte dessa experiência. 
 
CPB: Qual(is) o(s) seu(s) ídolo(s), no Samba? 
 
PECÊ: Meu primeiro ídolo é o imenso Paulo da Portela, um sambista, um cidadão, um homem inigualável e inalcançável em sua importância, não só para o samba, como também para a cultura nacional. Depois vem o meu querido amigo Zé Kétti, Esses dois eu posso chamar de meus ídolos. No entanto, me sinto orgulhoso em saber da plêiade da minha querida Portela, com Candeia, Manacéa, Alcides, Chico Santana, Monarco, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Noca e muitos outros, que se eu falar em todos eles hoje eu não vou terminar. Por que também não lembrar da importância de compositores de outras escolas de samba? Noel Rosa, Cartola, Ismael Silva, Nélson Cavaquinho, Silas de Oliveira, Geraldo Babão, Dona Ivone Lara etc. etc. 
 
CPB: Na elaboração de um samba, como você se define? É letrista, faz a música ou os dois? 
 
PECÊ: Faço melodia, letra, ou mesmo as duas, depende de como chega a inspiração, a ideia. Muitas vezes a música baixa pra mim completinha, com letra e melodia casando sem a menor dificuldade. Algumas vezes empaca de tal maneira que só um parceiro pode terminar. 
 
CPB: Como você chegou a PORTELA? 
 
PECÊ: Cheguei à Portela pelo caminho do coração. Antes de conhecer a quadra já gostava, pelo que eu ouvia falar, por tomar conhecimento da sua história, dos seus poetas, dos seus enredos, através dos meios de comunicação. Isso já acontecia antes de vir para o Rio de Janeiro. Quando cheguei na quadra foi aquela emoção de quem encontra seu verdadeiro amor. 
 
CPB: Desde quando você compõe? 
 
PECÊ – Desde a minha adolescência, como explanei acima. No início, compunha despretensiosamente, depois, a cada prazer que eu via no rosto das pessoas que me ouviam, me dava mais vontade de compor. 
 
CPB: O que você como compositor portelense falaria com os jovens compositores da Escola? 
 
PECÊ: Eu diria que ser compositor é, antes de tudo, um ato de prazer para ser também prazeroso a quem nos ouve. E se realmente seguir esse caminho, dando vida às suas criações, entenda que é um privilégio que Deus nos concede e uma oportunidade de ser feliz fazendo as pessoas também felizes. Se não tiver esse sentimento de generosidade não seja compositor. 
 
CPB: Para você, o que é ser PORTELA? 
 
PECÊ: Ser Portela é ter o orgulho e o prazer de ser parte de uma história das mais bonitas e edificantes na cultura da cidade mais linda do mundo. Tudo o que os poetas da nossa Escola já falou eu gostaria de ter falado antes e por isso restou-me dizer apenas do amor que tenho por ela. Da minha parte eu agradeço pelo que recebo e retribuo de todo coração.
 
CPB: Dentro do Mundo do Samba, você tem algum sonho? 
 
PECÊ: Quero ver o sambista, a começar pelos compositores, mais respeitado. Aliás esse respeito começa por nós mesmos nos respeitarmos. 
 
CPB: O que você espera para a PORTELA em 2015? 
 
PECÊ: Claro que queremos vê-la vitoriosa na avenida, o que é possível de acontecer. Se é bom para a Portela também é bom para o portelense (Avante, portelense, para a vitória!). 
 
 
Desde já, o BLOG agradece a sua participação!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Eros Fidelis



CPB: Nome e idade?

Eros: Eros Fidelis, 63 anos.

CPB: Fale um pouco sobre você!

Eros: Cantor, Compositor, Violonista e Médico Pediatra

CPB: Como portelense, como você está vendo este novo momento?

Eros: Há muito não tinha a felicidade de ver minha Portela nesse momento mágico que, certamente, nos levará ao tão sonhado título do Carnaval 2015 !

CPB: Fale de sua experiência no mundo do samba!

Eros: Minha primeira música gravada, em 1976, foi um samba intitulado " A Lavadeira", gravado pela cantora Sônia Santos, hoje radicada no EUA, além disso no mundo do Samba conheci grandes amigos e gravei com eles.. Roberto Ribeiro, Alcione, Agepê, Jorge Aragão, Luiz Ayrão, Alexandre Pires, Dunga, entre outros. E mais, o Samba me levou a conhecer, ainda menino, a minha grande paixão, a Portela !

CPB: Qual(is) o(s) seu(s) ídolo(s), no Samba?

Eros: Roberto Ribeiro e Clara Nunes, ambos perfeitos e completos (voz belíssima, afinação perfeita e emoção total), três requisitos básicos para se dizer cantor ou cantora.

CPB: Na elaboração de um samba, como você se define?  É letrista, faz a música ou os dois?

Eros: Ao compor um Samba na verdade acabo fazendo as duas funções, letrista e musicista, mas nunca me neguei a formar parcerias, que no decorrer da minha careira são inúmeras.

CPB: Como você chegou a PORTELA?

Eros: Em criança, vendo meu pai torcedor portelense, vibrando pela azul e branco, me apaixonei por nossa Águia Guerreira ! No momento atual tenho recebido um apoio muito grande de toda a atual Diretoria.

CPB: Desde quando você compõe?

Eros: Profissionalmente desde 1976, porém aos seis anos de idade já esbocei meu primeiro samba.

CPB: O que você como compositor portelense falaria com os jovens compositores da Escola?

Eros: Que nunca desistam do Samba e jamais da Portela ! Pois tenho visto jovens promissores em nosso quadro.

CPB: Para você, o que é ser PORTELA? 

Eros: Para mim, pessoalmente, a melhor definição do que é ser Portela, registrei num dos Sambas que está no meu novo CD, que terminei essa semana.... "Ser Portela é se entregar por toda a Vida" (trecho de "Voar, Voar Portela"). 

CPB: Dentro do Mundo do Samba, você tem algum sonho? 

Eros: Ocupar o meu espaço, que tantas vezes tive oportunidade e não agarrei, porém hoje é a minha meta ! 

CPB: O que você espera para a PORTELA em 2015? 

Eros: Vitória! Vitória! Vitória! 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Vanderlei Santanna

 


CPB: Nome e idade?

Vanderlei: João Vanderlei Coutinho Santanna, 63 anos.

CPB: Fale um pouco sobre você.

Vanderlei: Sou de Ramos/Olaria, venho de família que foram fundadores de blocos, meu avô que tinha o apelido de Bombachinha, era amigo de João da Baiana, Pixinguinha e Donga. Então o samba veio no sangue e o Cacique de Ramos, que comecei a frequentar desde menino me ajudou bastante.

CPB: Como portelense, como você está vendo este novo momento?

Vanderlei: O que está acontecendo hoje na Portela é o retorno dos grandes Baluartes que tem na veia o sangue Azul e Branco, e com certeza irão retornar o nome da Portela para o patamar mais alto.

CPB: Fale de sua experiência no mundo do samba.

Vanderlei: Sou oriundo dos blocos de rua e depois passei à fazer Samba Enredo para os blocos de maiores nomes, passei pelo Salgueiro com amigos e hoje estou na escola de meu coração que é a Portela.  

CPB: Qual(is) o(s) seu(s) ídolo(s), no Samba?

Vanderlei: Grupo Fundo de Quintal e o cantor Roberto Ribeiro.

CPB: Na elaboração de um samba, como você se define? É letrista, faz a música ou os dois?

Vanderlei: Faço os dois, mas hoje me acho melhor como letrista.

CPB: Como você chegou a PORTELA?

Vanderlei: Vim chegando devagar como Presidente de Ala por um bom tempo e e depois para Ala Ary do Cavaco, convidado por amigos. 

CPB: Desde quando você compõe?

Vanderlei: Mais de 30 anos.

CPB: O que você como compositor portelense falaria com os jovens compositores da Escola?

Vanderlei: Humildade, observar os mais antigos e crescer com pé no chão.

CPB: Para você, o que é ser PORTELA?

Vanderlei: Portela é tudo, hoje como Compositor da Escola, alcancei o meu objetivo, porque nasci portelense.

CPB: Dentro do Mundo do Samba, você tem algum sonho?

Vanderlei: Ser reconhecido e gravar o meu CD.

CPB: O que você espera do Concurso de Samba Enredo 2015 da PORTELA?

Vanderlei: O coro vai "comê"!

Desde já, agradecemos!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

J Salles


CPB: Nome e idade?
J Sales: Jansen Sales Ferreira, tenho 52 anos.

CPB: Fale um pouco sobre você!
J Sales:  Sou um aposentado que é apaixonado pela boa música e pelo samba, e que venho humildemente mostrando o meu trabalho.

CPB: Como portelense, como você está vendo este novo momento?
J Sales:  Não poderia ser melhor esse momento na PORTELA, porque a atual gestão é portelense e quer o sempre o bem da agremiação.

CPB: Fale de sua experiência no mundo do samba!
J Sales:  Já me considero realizado por ter gravado meu CD (J Sales, Na Fé e no Samba), que foi muito bem aceito no meio e pelos ouvintes!  Está tudo no Youtube!  Muito feliz de ser homenageado pela grande Alcione, e vamos deixar fluir.

CPB: Qual(is) o(s) seu(s) ídolo(s), no Samba?

J Sales:  Meus ídolos são:  Marquinhos Satã, Reinaldo o Príncipe do Pagode, Arlindo Cruz, Zeca e por aí vai, é muita gente de quem eu sou fã!
CPB: Na elaboração de um samba, como você se define? É letrista, faz a música ou os dois?
J Sales:  Quanto a elaboração de um samba, eu costumo dizer que sou um homem abençoado porque, quando começo a compor já flui letra e melodia, depois é só acertar e pronto.

CPB: Como você chegou a PORTELA?
J Sales:  Fui levado por amigos da gestão anterior, que já conheciam o meu trabalho e fui mostrando para o que vim, sendo muito bem aceito.  No ano de 2008 tive o prazer de cantar na avenida pela minha PORTELA.  Também fiz a abertura da Feijoada da Velha Guarda durante três anos, sendo sucesso total, até hoje lembrado pela comunidade.

CPB: Desde quando você compõe?
J Sales:  Comecei a compor mais ou menos a uns dez anos e tentando um lugar ao sol, sempre batalhando. 

CPB: O que você como compositor portelense falaria com os jovens compositores da Escola?
J Sales:  Em relação aos jovens Compositores da PORTELA eu recomendaria nunca desistir, porque nesse meio nada é fácil, existe muita vaidade e covardia, tem que saber se impor sem desmerecer ninguém! 

CPB: Para você, o que é ser PORTELA?
J Sales:  Ser PORTELA é um diferencial porque ela tem brilho próprio, o que as outras não tem, e nasceu iluminada por Deus!  Eu sou botafoguense mas sempre digo que a PORTELA é o Flamengo das Escolas de Samba, ou você é PORTELA ou é PORTELA!

CPB: Dentro do Mundo do Samba, você tem algum sonho?
J Sales:  Ser reconhecido como um bom compositor e um bom músico.  Além de que, quem sabe um dia ganhar um samba enredo e ver o povo portelense cantando o meu samba.  Oh, glória!
CPB: O que você espera desta nova PORTELA para 2015?

J Sales:  O que eu desejo para a PORTELA em 2015, é o que toda a família portelense deseja, que é vê-la CAMPEÃ do carnaval e de certo isso é que vai acontecer!  E parabenizar essa nova gestão que vai levar a PORTELA ao limite da glória!
J Sales:  Obrigado pela moral e estamos aí para ajudar!  Avante Portelense para a VITÓRIA!  Um abração para todos e nunca se esqueçam VIVAM SEMPRE NA FÉ E NO SAMBA!

Desde já, agradecemos!

domingo, 14 de setembro de 2014

Amilton Damião


 
CPB: Nome e idade.
 
Amilton: Amilton Damião, tenho 54 anos.
 
CPB: Fale um pouco sobre você!
 
Amilton: Sou casado, amo a minha família, sou consultor imobiliário, tenho orgulho de ser Portelense e de poder participar dessa grande e poderosa família.  
 
CPB: Como portelense, como você está vendo este novo momento?
 
Amilton: A recente transição foi positiva pois trouxe, de volta, o pulsar vibrante do coração portelense em todos os segmentos, principalmente para nós compositores.
 
CPB: Fale de sua experiência no mundo do samba!
 
Amilton: Desde 1975 tenho experimentado o gosto de colaborar com agremiações carnavalescas em várias cidades de Minas Gerais e do Estado do Rio de Janeiro, com trabalhos que foram reconhecidos e consagrados, inclusive na própria PORTELA.
 
CPB: Qual(is) o(s) seu(s) ídolo(s), no Samba?
 
Amilton: Sem dúvida Paulinho da Viola e Martinho da Vila, que marcaram positivamente o início dessa caminhada.
 
CPB: Na elaboração de um samba, como você se define? É letrista, faz a música ou os dois?
 
Amilton: Ao compor uma letra, a melodia vem naturalmente, possibilitando que aconteçam letra e música simultaneamente.
 
CPB: Como você chegou a PORTELA?
 
Amilton: Em 1996 eu já frequentava ensaios da Portela, ocasião em que um amigo já falecido, Bené, me apresentou ao baluarte Ary do Cavaco, o qual apadrinhou meu ingresso e de meu irmão à Ala de Compositores da Portela.
 
CPB: Desde quando você compõe?
 
Amilton: Aos 12 anos de idade eu já escrevia composições e participava de festivais MPB em Minas Gerais na categoria estudantil. Aos 14 anos (1974) já compunha em Escolas de Samba.  
 
CPB: O que você como compositor portelense falaria com os jovens compositores da Escola?
 
Amilton : Como ensinou o poeta: "Chegue como eu cheguei, Pisa como eu pisei..." de coração aberto e pronto para servir e sentir o aconchego desse celeiro que só nos ensina.
 
CPB: Para você, o que é ser PORTELA?
 
Amilton: Ser Portela é ter do que se orgulhar, é acreditar que o Sol nasceu para todos e que ter o Azul do infinito no coração é se eternizar como parte de uma família feliz.
 
CPB: Dentro do Mundo do Samba, você tem algum sonho?
 
Amilton: Sonho em ver, novamente, minha Portela campeã, e ter meus trabalhos reconhecidos acima de qualquer em seus valores de fato.
 
CPB: O que você espera desta nova PORTELA para 2015?
 
Amilton: Espero uma escola ainda mais vibrante, confiante e bem representada, visto que desde a direção, até os colaboradores mais humildes, existe sintonia e otimismo, fruto de valores resgatados em nossa Escola.
 
 
Desde já, agradecemos a sua participação!